segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sauvage

Sauvage opened her doors in May 2011, in the vibrant Kreuzköllner Kiez. After six months of hard labour we've transformed a former brothel into a small restaurant with great ambition. Sauvage represents the first Paleolithic - or Prehistoric- restaurant on the Eurasian continent. Rumor has it that Sauvage might in fact be the first restaurant of sorts in the whole World.
With a lot of love and devotion we'd like to take you on a culinary time travel, a trip on our rollercoaster of taste explosions to a creative, saporous outburst for your senses.
The paleolithic Cuisine is based on a groundbreaking vision on nutrition and offers the world's most healthy diet. Nonetheless is Paleolithic food also one of the most flavourous. The prehistoric kitchen exclusively works with organic, unprocessed foods and thus excludes every kind of processed foods, sprung from agriculture and domestication. Grains, starches, dairy products and sugar have no place on the paleolithic menu. The basic ingredients of Paleo cooking are veggies, meat, fish, eggs, oils, nuts, seeds and herbs. All ingredients come from Organic farming or wildlife.
Paleo Cuisine is based on the dietary habits of our prehistoric ancestors, but doesn't tend to mimic how prehistoric man ate. The Modern Paleo cook combines evolutionary science with contemporary cuisine and ancestral cooking methods.

Morrissey- To Me You Are A Work Of Art

The Smiths - There is a light that never goes out

Para a Psicologia do Artista



Para que haja arte, para que haja alguma acção e contemplação estéticas, torna-se indispensável uma condição fisiológica prévia: a embriaguez. A embriaguez tem de intensificar primeiro a excitabilidade da máquina inteira: antes disto não acontece arte alguma. Todos os tipos de embriaguez, por muito diferentes que sejam os seus condicionamentos, têm a força de conseguir isto: sobretudo a embriaguez da excitação sexual, que é a forma mais antiga e originária de embriaguez. Também a embriaguez que se segue a todos os grandes apetites, a todos os afectos fortes; a embriaguez da festa, da rivalidade, do feito temerário, da vitória, de todo o movimento extremo; a embriaguez da crueldade; a embriaguez da destruição; a embriaguez resultante de certos influxos meteorológicos, por exemplo a embriaguez primaveril; ou a devida ao influxo dos narcóticos; por fim, a embriaguez da vontade, a embriaguez de uma vontade sobrecarregada e dilatada. — O essencial na embriaguez é o sentimento de plenitude e de intensificação das forças. Deste sentimento fazemos partícipes as coisas, contragemo-las a que participem de nós, violentamo-las, — idealizar é o nome que se dá a esse processo. Libertemo-nos aqui de um preconceito: o idealizar não consiste, como se crê comummente, num subtrair ou diminuir o pequeno, o acessório. Um enorme extrair os traços principais é, isso sim, o decisivo, de tal modo que os outros desapareçam ante eles.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

The Cure - Friday Im In Love

The Cure



















http://discodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=44189

"A banda de Robert Smith regressa a Portugal a 14 de Julho. Para a mesma data, já estava confirmado o nome de Florence + The Machine.
Os Cure vão apresentar um alinhamento que ultrapassa as duas horas e onde vão estar incluídas canções de todos os 14 álbuns de estúdio, incluindo o épico «Wish», que comemora este ano o 20º aniversário. Em conferência de imprensa, Álvaro Covões anunciou a intenção de esgotar «os dias todos do festival»."

FEIST


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"FEIST
18 de Março – 21H00 (abertura de portas às 20H00 )
A canadiana Leslie Feist acabou de editar um álbum novo, "Metals", e, como não podia deixar de ser, passa por Portugal para o apresentar em dois concertos imperdíveis: 18 de Março no Coliseu de Lisboa e 19 de Março no Coliseu do Porto.
Após ter lançado o álbum de estreia "Monarch (Lay Your Jewelled Head Down)" em 1999, juntou-se aos Broken Social Scene, o famoso colectivo indie canadiano criado por Kevin Drew e Brendan Canning.
O sucesso de "Let it Die" (2004), o segundo longa-duração onde interpretava originais e algumas covers, catapultou-a para o reconhecimento internacional, cimentado com "Open Season" (2006) e "The Reminder" (2007), este último valendo-lhe 4 nomeações para os Grammys.
Editado há uma semana, "Metals", o quinto álbum de Feist entrou directamente para o top 10 de vendas nos Estados Unidos, tendo mesmo arrecadado o primeiro lugar do top de álbuns Rock. A crítica rendeu-se por completo ao disco e não poupa elogios à canadiana:
"Maravilhosamente orgânico e distinto - Feist está na melhor forma da sua vida" in BBC
"Feist regressa com um disco cru... a compositora canadiana teceu um deslumbrante disco novo" in Rolling Stone
"Certamente, uma das melhores cantoras da actualidade" in Q"